Sobre a autora

Minha professora de redação da terceira série disse que eu escrevia bem, então fiz um blog. Meu nome é Camila Pavanelli de Lorenzi, meu e-mail camilalpav arroba gmail ponto com e, como você pode imaginar, tenho tuíto, feissy, essas coisas de internet todas. Não paga nada não, é só chegar.

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51 comentários sobre “Sobre a autora

  1. Olha, a culpa foi do meu professor da quinta série, Cláudio. “Vamos ler esse texto aqui da colega, só tem um errinho de português”, ele disse. E aqui estou: comentando sobre a descrição de uma autora de blog, com a qual me identifiquei em muito – essas pessoas de humanas!
    Camila, (a)ê! Camila, áh, espero que sua profê dA terceira tenha acertado sobre suas aptidões: isso me dá esperança de que o Cláudio também tenha.
    Abraço!

  2. Camila, no meu caso começou na pré-escola. A (in)feliz da professora resolveu escrever na minha primeira avaliação escolar que eu já demonstrava um grande interesse pela leitura de livrinhos e pela escrita. Daí por diante a coisa só desandou e até hoje, já na universidade, os professores continuam repetindo essa insanidade. Então eu me resolvo no blog, tumblr e esses meios virtuais que inventaram para a gente fazer terapia narcisista de graça.

  3. Também me disseram que eu escrevia bem na minha época de “primário” xD (Oh, Lord D=)
    Daí que desde que descobri essa de poder ser blogueira (há mais ou menos uns dez anos), estamos aê, na “licença poética”… rs!
    Muito bom o blog…
    Beijas!

  4. p*&# q m%$da! Minha professora de redação me disse a mesma coisa, depois q escrevi uma paródia de canção do exílio, ela queria incorporar o texto à apostila da escola, só que sem colocar meu nome, é mole???? Eu já na quinta-série percebi a treta e não permiti o crime. Prefiro morrer anônima que ter minha arte roubada e publicada sob a rubrica de um outro alguém. E até então eu queria ser artista plástica!!! [ia ser pobre de qq jeito mesmo, rs.]

  5. Comentário sobre o texto “Gente de humanas que faz um monte de coisa que não dá dinheiro”
    Engraçado você separar os que ganham dinheiro de gente humana. Como se os que ganham bem não fossem gente humana. Tenho bons amigos que ganham bastante dinheiro mas são gente humana. Afinal são meus amigos.
    Mas são gente humana porque eu os conheço muito alem das sua pessoas jurídicas. Seus personagens empresariais. Seus papeis de status alto.
    Eu conheço as pessoas físicas. Aquela que relaxa, fala merda, faz estupidez e que vive falando em largar tudo e ser ator, escritor, palestrante. Enfim eu conheço a pessoa humana por traz da pessoa jurídica.
    Parece que chegamos para variar no grande mal da humanidade. O capital. Aquele que compra tudo e todos. Aquele que escraviza. Aquele que transforma pessoas humanas em máquinas de produção com limites e metas que vão muito alem da pessoa humana. O capital é o Anel de poder do Tolkien. Ele te da muito mas você fica preso a ele e vai sendo consumido pouco a pouco.
    Não acho que a pessoas humanas devam brigar para se tornarem grandes acumuladores de capital. Vejo as pessoas humanas como um importante “player” social que talvez transformará a sociedade em algo muito alem do capital. Uma sociedade talvez mais……eu ia dizer humana mas é mais que isso. Eu preciso abranger aqui os animais e a natureza. Uma sociedade mais natural.

          • Hahahaha. Viajou! Li a primeira parte do comentário e já vim direto ver os comentários.

            *Voltando para o comentário raíz….

        • Cara. Sensacional! Que bom que tem pessoas que pensam como você. Mas o post não fala sobre “Pessoas humanas”. Fala de “pessoas DE humanas”, pessoas que trabalham e foram formadas nas áreas humanas na faculdade (comunicação social, história, ciências sociais, etc), mais especificamente os “escritores, roteiristas, resenhistas, romancistas, colunistas, cronistas e poetas. Professores, palestrantes, repórteres, artistas e fotógrafos. Produtores, atores e diagramadores. Bailarinos, músicos e psicanalistas.”

          Diferentemente dos que se formaram nas áreas de exatas, tecnológicas, etc. =)

    • Eduardo, mas o que foi isso? Acho que tu não estas conectado. Como confundiu área conhecimento com “gente humana”? (Existe gente que não é humana?) Para fazer crítica e dizer alguma coisa útil e construtiva não basta usar termos e frases de impacto.

    • Olá Eduardo, na sua frase: “eu ia dizer humana mas é mais que isso. Eu preciso abranger aqui os animais e a natureza. Uma sociedade mais natural” está contida a reflexão e a tomada de atitude que a humanidade precisa se fazer e realizar. Estamos vivendo numa sociedade capitalista-consumista que está condenando a vida dos outros seres vivos do planeta (assim, claro, como a nossa própria vida) a uma morte cruel e desnecessária. Culturalmente falando, como animais “sociais e pretensamente inteligentes” estamos construindo uma sociedade medíocre, violenta e cínica. E isso está nos tornando os animais mais perigosos do planeta, bio eticamente falando… o que você acha disso? Ah, e o Blog da Camila é demais, heim? Só fiquei sabendo dele através desse texto sobre o Alex Castro. Abraços

  6. Camila, curti bastante seu blog e como seu professor da terceira série disse, você realmente escreve bem! Você já leu sobre copywriting? Se você quiser saber mais entra no http://www.copyblogger.com e dá uma olhada! As pessoas também sempre me falaram que eu escrevo bem então eu estou dando uma olhada nesse lance de escrever voltado para o marketing que parece dar uma graninha legal! Abraços e parabéns pelo blog!

  7. Puxa, quer dizer que um monte de gente passou por essa do elogio da tal professora do primário… rss Adorei o post “Gente de humanas que faz um monte de coisa que não dá dinheiro”!

  8. Camila
    Texto bárbaro: Recotar, Repetir e Elaborar, meu primo Matheus Carvalho compartilhou no facebook, tamanha minha paixão não me contive, compartilhei também. Vários burburinhos causou, não passou despercebido!
    A escrita é, portanto, uma invenção decisiva para a história da humanidade. Ela é a representação do pensamento e da linguagem humana por meio de símbolos. Um meio durável e privilegiado de comunicação entre as pessoas. Por meio de registros escritos há milhares de anos, ficamos sabendo como era a vida e a organização social de povos que viveram muito antes de nós.
    Deixo uma salva de palmas, e também um desejo imenso em ter; assim como você; essa habilidade e domínio da escrita. PARABÉNS!!!!
    PS: Feliz aquele que sabe se expressar da maneira mais nobre, a escrita.

  9. Ainda bem que dinheiro ajuda, é verdade, mas não é a chave da felicidade e a gente continua fazendo um monte de coisa que não dá dinheiro, comprando a prestação, rachando conta de bar e sendo feliz na profissão que escolhemos.

  10. Sabe Camila, eu com os meus 72 anos, vou analisar os conselhos que dou aos netos e aqueles q me cercam depois da sua crônica. Sendo uma mestra aposentada, fico pensando que sei muito e tenho vivencia, mas não, aprendemos tudo todos os dias com os jovens como você, que tem um mundo meio cruel de ensinar nas experiências da vida. OBRIGADA POR ESSA LIÇÃO.
    bjs Silvia

  11. Através de um amigo, cheguei até esse texto seu. Achei totalmente excelente o que vc escreveu, e assinaria embaixo tudo o que vc disse… parabéns!

  12. Gostei muito de seu texto sobre a escolha da Branquinha simpática minha conterrânea parabéns, gostava muiito dela agora…..

  13. Nossa gratidão à sua professora de Redação da 3ª série porque ela pode ter contribuído com o nascimento de uma grande escritora. Seu texto sobre racismo é um excelente argumento que já compartilhei.

  14. Excelente abordagem a sua, Camila. O que está errado é da conta de todo mundo. Não conhecia seu blog. Gostei e vou virar freguês.

  15. Como professora e “Gente de Humanas”, também faço um monte de coisas que não dão dinheiro, mas sei que a recompensa de qualquer educador é ver que um aluno cresceu e, no seu caso, o fez por meio da palavra, da expressão artística que se traduz no seu texto lúcido, coerente, bonito e eficiente.
    Que orgulho, Camila! Obrigada pelo seu texto!

    • “O que se concebe bem, se enuncia com clareza,
      E as palavras, para dizê-lo, surgem com facilidade” tradução livre de BOILEAU, Art Poétique, sobre a literatura clássica francesa.

  16. Estudo Engenharia Civil na UFRGS. Vivo cercado de coxinhas. Provavelmente existam pessoas que pensem como eu ou tu, mas tá difícil de achar viu…
    Ler tuas postagens me traz um alento, de que não estou sozinho no meio desse bando de capitalistas meritocratas competitivos que “não acreditam em desfavorecimentos, acreditam em trabalho”, que dizem “Tá com pena de bandido? Leva pra casa”, ou que “tem que ensinar a pescar, e não dar o peixe”, e por aí vai.
    Sou seu fã

  17. Uma delícia de literatura: ironia, humor, denúncia, seriedade, política.. tudo na dose certa! Parabéns a você e a sua professora que nos proporcionou tamanho talento! Grande abraço

  18. Concordando em parte com algumas coisas, e com outras partes concordando mais, considero ainda mais absurdo nisso tudo a idéia das “super” mulheres modernas que consideram o trabalho doméstico indigno demais para elas, daí contratam pessoas menos “dignas” para executá-los e inclusive para criar seus próprios filhos…

  19. Menina, descobri teu blog por acaso. Tava lendo outro de alguém que sempre acompanho (e agora não lembro ao certo quem foi), mas ele te citou e eu cheguei aqui.
    Não vou falar nada surpreendente, nada que você não tenha ouvido (lido) antes nos comentários do blog e nos retornos virtuais das mídias que você usa. Mas senti muita vontade de dizer que ainda bem que você existe, ainda bem que você se expressa, ainda bem que te encontrei.
    Tenho um trabalho burocrático, apesar de ter feito um curso de humanas (kkkkkkk), e há dois dias que fico adiando as “urgências” medianas pra ler, ler e ler seu blog.
    Concordo com tudo, a ponto que já estou quase com aquele sentimento do Duvivier quando começou a ler o Antônio Prata (vide texto da Folha- amizade platônica): acho que você se tornou minha super melhor amiga platônica, quase uma extensão de mim mesma, alguém que tem gostos, opiniões e ideias idênticas.
    Enfim, já me emocionei, já ri, já aprendi receita, já repliquei seus textos a meus amigos (com os devidos créditos, pra todo mundo começar a ler também), e só quero te dizer que obrigada, obrigada e obrigada!

  20. Oi Camila, gostei de te ver de volta por essas bandas. Li seu último texto All in the game. Eu não tive tanta sorte quanto você. Descobri que os meus amigos de 10, 15 anos atrás estão em campo político oposto ao meu. Todos meus familiares idem. É catastrófico. Bye.

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